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blogue editado por José Marques Mendes e Luís Luz

3 de dezembro de 2013

Bom Senso l

Reflexão: Nascemos, vivemos e morremos. É assim que as coisas acontecem e para lá caminhamos todos os que estão a ler este texto…e todos os outros.
Nascemos sem resistências e proteções, aprendemos a desenvolver forças e habilidades, morremos frouxos e incapacitados.
Há um fim para todo a criação.
 
Para além do referido óbvio, enquanto vivemos somos um inferno para outras pessoas. Uns mais do que outros, é certo, fartamo-nos de pecar, pela maledicência, pela competição implacável, pelo convívio interesseiro, pela disputa da riqueza alheia, pelas buzinadelas, infidelidades, agressões verbais, etc., etc.
Alguns procuram lavar a consciência ou compensar o desequilíbrio, seja aos domingos, nos aniversários ou pelo natal, outros há que pedem perdão e outros simplesmente continuam o caminho do pecado como um desígnio ou alimento de vida.
É a prevaricação relacional pela falta de bom senso.
 
Não há necessidade de sermos tão "estupores". Digo sermos porque também sou. Tenho dias e, apesar de achar que “sou menos” que todos os outros, os meus desvarios inspiraram esta crónica.
Não há necessidade de sermos tão "estupores" porque afinal isto vai acabar. Ninguém vai levar consigo as riquezas e conquistas, nem o poder nem as medalhas.
Precisamos de mais bom senso presente no nosso dia-a-dia para nos ajudar a serenar os ímpetos e a olhar mais para os outros.
Ao fim e ao cabo, vamos acabar todos ou quase todos, com uma homenagem muito singular – Aqui Jaz Fulanito de Tal!
 
 
 
Orientação: Dezembro é o mês para celebrar a criação. É mês de fortes momentos de reflexão. Há quem diga que natal é todos os dias.
Fica bem dizê-lo mas melhor fica se praticá-lo.
Seria muito importante que nos distanciássemos de nós para nos conseguirmos ver de longe e assim podermo-nos travar de alguns comportamentos e decisões.
Precisamos todos de um pouco mais de bom senso, consistentemente.
 
José Marques Mendes

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